Eu é que sou o Prusidente da Junta!


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Assussoria para os Desarranjos Conjugais
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Casos Perdidos e Causas de Perdição

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O Prusidente da Junta vai fazer uma prusidência aberta nos próximos tempos. É favor estar atento!

Estão abertas candidaturas para lugares de assessoria à Prusidência da Junta. Se tens caparro para levar uns coices contacta o Prusidente.

O programa da Prusidência segue dentro de momentos. Num sítio qualquer, perto de si.


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Amanhã ou depois!
10.30.03 (8:56 am)   [edit]
:arrow: Vou mudar de clube!! Tem que ser! É preciso estender os horizontes, para qualquer lugar. Volto já!
 
A todos!
10.22.03 (3:05 am)   [edit]
:arrow: A Assussora anda a atravessar uma crise. Por favor ajudem-na. Deêm-lhe beijinhos, façam-lhe festinhas e sobretudo façam joguinhos com [b][url=http://assussoradc.tblog.com]ela[/b][/url].[LINE]
:arrow: De repente alguém vinha e não eu estava preparado. Estava a fingir. Não conseguia vestir a minha pele. Ficava para ali caído a olhar para os meus despojos. Sem mais para dizer. Nem cumprimentava. Talvez olhasse de relance. Inquieto. Sobretudo se viesse de saias. Mas sem mostrar interesse.
Se não estivesse preparado. Gritava. Por alguém. Que viesse. Salvar-me![LINE]
:!: Não deviamos ter o poder de decidir. Já devia vir tudo feito. Quanto muito que fosse só juntar água. Indecisões são a pior maneira de acabar os dias. Repeti-las. Analisá-las quinhentas e vinte vezes, isso sim é que é stress.


 
Em Andamento!
10.20.03 (7:32 pm)   [edit]
:!: Salto para dentro do camião, aconchego-me.
E espero que se faça noite, em andamento
Rasgo as últimas penas que deixei perdidas,
Escondo-me.

A Fuligem raspa-me a esperança.
Aguardo.
Fujo deseperado,
Desperto.

Transfiro-me aos saltos.
O Rodado avizinha a cegueira
E a Ignição já me levou o conhecimento.
Sem resistência

Afogo-me em paralelo,
Sem andamento.
[LINE]
:arrow: Vim a correr para aqui, lá fora estão três polícias que me querem levar para a esquadra. Dizem que me ouviram a falar, a dizer coisas feias, a pensar coisas más, a escrever barbaridades. Cheguei ao meu gabinete e escondi-me. Fechei-lhes a porta na cara. Não devem ter ficado contentes, vinham armados com caçadeiras de três canos, prateadas. Pareciam espingardas de brincar, mas a sério. Quando subi, galgando cinco ou seis degraus de cada vez, ouvi cães ao fundo, e sirenes. Querem-me levar. Preso. Escrevi coisas feias, pensei o que não devia, disse mal deles, criei motins aleatórios em cérebros alheios. A culpa não é minha. Agora querem fechar a Junta, a cadeado, a Assussora chama-lhes aloquetes, aos cadeados. Vêm também estudantes, em protesto, com as suas boinas de várzea. Em gritos lacinantes, que me ferem as guelras. Carros de bombeiros. Ambulâncias. Ministros avizinham-se, sinto-lhes o cheiro. Ao fundo, mesmo lá ao fundo. Jornalistas, aos pontapés. Ai! As luzes, as cassetes, os rádio transmissores. Os satélites. Polícias de choque. Para arrombar com os estudantes. E os de Mangualde. Também vieram. Chatear os pombos da praça. Em algazarra descontrolada. Vejo também mulheres, da minha janela. Lindas. Dentro dos eléctricos que passam lá ao canto, dezenas de executivos, encapuçados. Não quero acreditar. Multinacionais. Escriturários. Mulheres-a-dias. Com cartazes coloridos. Não. Ninguém me vai apanhar, ainda não é hora de almoço! Como e depois logo se vê.
 
Calem-se!!!
10.20.03 (3:06 am)   [edit]
:!: Não queria falar no assunto, mas é preciso. As escutas telefónicas!
Finalmente as televisões, já não refiro os outros orgãos de comunicação, conseguiram pôr de pé o mais triste programa da realidade contemporânea. Nem os Parodiantes conseguiam fazer melhor nos seus tempos aúreos. É rídiculo em absoluto. A [b][i]Justiça[/i][/b] tem a sua quota parte de culpa, fala-se no [i]segredo[/i] de justiça, mas qualquer dia temos todas as escutas, e tudo o resto, ao alcance de um [i]click[/i] de rato! Ainda se fazem teses sobre o assunto, chamam-se comentadores, analistas, jornalistas de renome. Que o Partido Socialista está em queda, ou que Ferro Rodriques se estendeu ao comprido nas suas afirmações ao telefone. Que depois se fecha no mais absoluto silêncio. E, inevitavelmente, tem que dar lugar a outro. Imaginem agora que todas as conversas telefónicas eram tornadas públicas, que qualquer um em qualquer lugar podia ouvir quem quisesse ouvir. O Primeiro Ministro a pedir umas bolachinhas à secretária, o Presidente a dar um raspanete ao João Jardim, o director X a roer o polícia Y, a mulher do ministro K em diálogos picantes com o padeiro, o nosso Ministro da Defesa, lânguido, a convocar os mancebos, um a um, etc... etc... Quantas primeiras páginas, quantos telejornais, quantos artigos e especulações, quantos programas especiais não se iriam produzir, em consequência, em continuada vertigem, em febril verborreia?
Que se pode dizer? Não parece o mundo real, mas sim uma sala de jogo onde a asfixia social impera, onde todos estão a morrer aos poucos, em mútua flagelação, em queda livre para o grau zero da inteligência. Vale tudo, tanto faz se é dito A ou B, se são acusados dez, vinte ou trinta, disto ou daquilo. O que interessa é noticiar, diferente dos outros. É a célebre luta pelas audiências. Antes os pudessemos desligar. Sem perdão, nem que seja à canelada!
 
Feltro de Gelo!
10.19.03 (8:45 pm)   [edit]
:arrow: Eu apenas não me importo. Aqui estamos nós e aqui permanecemos, assim, em pequenos movimentos delicados, de uma maneira silenciosa.
Sinto-o agora, e não me importo, o destilador de tristeza que se revolta.
Neste e em qualquer lugar, é como um sempre actual. O sempre cruel. Maravilhoso. Um sempre sempre.
E comparado além, no abismo, o aroma da loucura reflecte-se no ar. Mesmo no teu toque, ao teu contacto, existe no ar.
Sim. Eu aqui, contigo. Apenas não me importo. [LINE]
:idea: Gosto de copiar. Mas gosto de copiar, apenas, o que é bem feito. E juntar, como um motor que, antes, precisava de remos, peça por peça, com outras. Mesmo esta palavra [i][b]copiar[/b][/i] roubei-a de um livro que ando a ler. É a mais bonitas de todas as palavras copiar que encontrei. Copio para engradecer, para exaltar o original em novo e dilacerante processo cognitivo. Adquirindo-lhe novas propriedades enfeitiçadas com outras reproduções igualmente sublimes. Deturpando-o. O todo é uma peça de joalharia normalmente invisível e que apenas se sente. Não tem tacto nem imagem, não tem aparência real. Vislumbra-se. Outras pessoas, mais religiosas, chamam-lhe Deus. Eu chamo pelo Diabo.
 
Perene!
10.17.03 (5:52 am)   [edit]
:arrow: No sítio onde vivo as pessoas não são bem pessoas, não sei o que são. Grunhem, latem, vestem-se como os outros, mas têm rostos disformes, não bem humanos, não bem outra coisa qualquer. São seres indefinidos na sua complacência verbal e física. Isto nada tem de racial. Não é disso que se trata. Olhando para eles não se percebe que possam contextualizar o que quer que seja, mesmo vê-los de pé já é um sacrifício. Vivo no seu meio, dia após dia, em tom benigno, sem me imiscuir profundamente. Se me perguntam que faço rodeado destas criaturas, não sei responder. Talvez aqui, escondido no meio deste bosque híbrido, tenha talento para me considerar outro. Que não eu. Alguém que esteja mais perto de ser ninguém do que outra coisa qualquer. E aí jaz o meu conforto.[LINE]
:twisted: Precisava de estar permanentemente em chamas!
 
Alma vs. Matéria!
10.16.03 (9:08 pm)   [edit]
«S P eu ía hoje aos Desarranjos Conjugais mas ela não me inspira confiança, sei que me vai dizer o que eu já ouvi, só o senhor me diz o que eu pensei sem pensar e não ouvi niguém dizer. Preciso falar consigo em particular, estas palavras tocaram-me, vi um filme quando as li. o meu problema é outro , eu amo, estou loucamente apaixonada por uma pessoa que não conheço, que nunca vi, essa tal pessoa que respira não sei onde, uns dias sinto-me imensamente feliz, outras enlouqueço. O meu coração é um buraco negro, como um ralo que escoa o universo! Não sei o que fazer, nada posso fazer, preferia que ele morresse.»
M S 10.16.03 [2:54 am]

:arrow: Cara MS (Mila?), com as devidas mesuras, morrer, embora pareça, não é solução para ninguém. A vertigem do desejo tomou-lhe conta dos sentidos, sei o que isso é. Deixe-se estar, nesse prazer, que vai e que vem, é prazer, não é? Deixe-o estar em lume brando, a gotejar-lhe o pulso. A percorrer-lhe [i]carnivamente[/i] as mais infímas células. Prazer, não é? Oh sorva-o até ao último trago, não lhe ponha entraves, limites, siga-o até ao arrebatamento íntimo, ao enlevo, ao arroubo do espírito. São expressões do dicionário místico em que me tornei. Nós somos tudo do tão pouco que, à partida, poderiamos ser. Encante-se, agora e em todos os momentos do ano. Não perca tempo![LINE]
:!: Perdoem-me se escrevo pouco. Se me mostro pouco. Se sou pouco. Mais o serei em breve. Perdoem-me. É meu desejo ser todo vosso, dos pés à alma!
 
Contusões!
10.13.03 (5:51 am)   [edit]
:arrow: Gosto de escrever em seco. Pôr o cursor do [i]mouse[/i] num sítio qualquer, encolhido nos [i]pixeis[/i] do monitor, e desatar para ali a escrever que nem um depravado, de olhos fechados, de língua arregaçada, sem pensar no que estou a fazer. Apenas à espera que se façam horas para qualquer coisa. Este exercício tem que ser efectuado no domínio da inconsciência, só assim fará efeito. O admirável é pensar que se está mesmo em alegre labuta e que dali vai sair o Prémio Camões ou mesmo o olho vesgo do poeta. De repente olha-se para o resultado, com enorme regozijo pela produção de uma obra nunca vista, e lá está o leite numérico que não se moveu nem um milímetro. Também resulta, para quem é dado ao analógico, usar uma caneta sem tinta e papel clarinho, ou mesmo um caderno. Quem sabe fazer isto muito bem é o Ministro do Equipamento Social , que me visitou há dias. Veio cá trazer umas fatias de bolo que tinha lá em casa a estragarem-se no frio do frigorífico... Contou-me o rapaz que, quando não consegue dormir, começa a escrever em seco no tampo da mesa de cabeceira, naquele estado bruto, meio sonâmbulo meio vigilante, chegando ao extremo de acordar no chão de pernas para o ar. Como os cachorros quentes! [LINE]
:idea: Não ando de guarda-costas. Ando só, sem ninguém atrás de mim. Assim, desloco-me sem o peso do energúmeno armado, que normalmente se veste de negro, às costas. Diferem de mim quase todos os membros da classe política, ou os de elevado estatuto que nada tenham de político, que se munem diariamente com o seu impávido acessório humano, de carne e osso. Homens de Neanderthal. Ambos. Todos eles, ao quadrado. Vejo-os passar todos atarefados, com os seus instrumentos de comunicação [i]wireless[/i] e os seus coldres dissimulados entre as pernas. São a nova vaga do mundo moderno. São o que está a dar. Estão em todos os canais, em todo o lado, a toda a hora. Se precisarem, não peçam pelos Homens do Prusidente que eles não tomam conta de ninguém.[LINE]
:!: Apenas o que sobra de mim, o que está fora, é importante.
 
Sem Sombra!
10.11.03 (9:17 am)   [edit]
:arrow: Tenho cinco minutos de vida, esta noite, não mais que isso. Depois, morro, esta noite. Sem mais compromissos. Suporto-me apenas mais uns segundos, sem regresso. E se à frente morro, no inverso sentido, vivo. Contigo. [LINE]
Outubro. Vivo. E Morro.
No primeiro dia. Vivo. No segundo. Morro
De manhã. Vivo. De tarde. Morro
Agora. Vivo. Depois. Morro
Por Ti. Vivo. Por Mim. Morro.
Por Ti. Morro. Em Mim. Vivo!

[LINE]
:!: Qualquer coisa que comi e me fez mal. Não se preocupem. Já passou.
 
Não sou só eu!
10.08.03 (9:01 pm)   [edit]
:arrow: De passo perdido, nos degraus da escada, abracei o Paulo Pedroso. Vinha eufórico como todos os que o seguiam, principalmente os de microfone em riste. Disse-me: «Deixa estar!». Ao que lhe respondi: «Agora é sempre a subir!», falava dos degraus. Não me queria largar. Mas lá estava o Não Sei Quantos Coelho à espera da sua vez, que me afastou. Estancamos pouco imóveis, por causa dos tremeliques, a assistir à procissão, uns já de mãos nos bolsos, outros indecisos se subiam ou desciam. Fiquei por ali, com o Vera Jardim e com o Abreu, a discorrer as normas de um novo panorama não apenas político mas mediatizado para o confronto social. Esqueceram-se os novos ministros, esqueceram-se os protestos dos agricultores, nada há mais para esquecer. Estamos em tempo de trazer à memória qual a função que nos mantem engrenados. Neste país. No mundo!
 

Talvez eu!

10.08.03 (9:08 am)   [edit]
:arrow: Lembram-se da última coisa que fizeram antes de chegar aqui? Da última cara que viram? Conseguem descrevê-la, vê-la de novo? E aquele outro rosto no sinal de trânsito onde esperaram trinta segundos, tinha nome, sorriu? E no corredor o olhar que reflectiu, que estremeceu e acompanhou o vosso? Aquele corpo em movimento pelo qual floresceram, aquela voz enquanto mexiam o café em cima de um balcão, na pastelaria do bairro? O cheiro daquelas mãos, dos dedos, que encontraram o botão do elevador, onde subiram até ao oitavo andar? O odor a laranja, os lábios de alguém, o saco de papel que roçou as pernas? Lembram-se das bocas que responderam às palavras que disseram, do silêncio dos outros? E quando subiram as escadas alguém seguia em sentido contrário, alguém se despia, com calor? E a melodia que vinha da outra janela, mais à frente, e o cão a ladrar do outro lado, sem se ver? E lá mesmo ao fundo por detrás da colina, na outra serra, no outro mundo, ninguém que conheçam, mas que da mesma maneira, respira?
 
Sr. Mestre!
10.06.03 (8:18 am)   [edit]
:arrow: A pouco e pouco a Junta vai crescendo, com um pé atrás do outro.
Saudamos de braços abertos o nosso novo membro. Mestre em variadíssimas áreas, canône de infinitos mesteres. Ainda em fase de ensaio, sem secretária, mas com um belíssimo sofá, o [b][url=http://mestrecpcp.tblog.com/]Mestre em Casos Perdidos e Causas de Perdição[/url] [/b] vem abanar os alicerces da blogomania mundial. Esquizofrénico Q.B., como mandam as regras, sem tento no linguajar, sem fundo em dedicação, ei-lo disposto a tudo! A comer a relva, se necessário. Acreditem! Se for para ser chato, o Mestre é o gajo mais chato que pode existir. Se for para ser palhaço, [b]palhaço[/b] maior que o Mestre não há!

Fica mesmo [url=http://mestrecpcp.tblog.com/]aqui [/url] ao lado!
 

Rapazes sem nome!

10.05.03 (9:32 am)   [edit]
:arrow: Tenho recebido emails, um deles pergunta-me qual a razão do anonimato, ao que lhe respondo:
Ser anónimo nem sempre é um mísero esconderijo inútil, temos nome e o nome é o que é. O que se escreve é o que se escreve, nada debaixo do pano. Para além disso somos um espaço vazio que está a ser preenchido e quando lá chegarmos poderemos pensar duas vezes sobre o assunto, quem sabe uma terceira... Para o caso não interessa o que nos veste a pele real. Somos apenas letras. Aqui um [b][i]a[/i][/b], a seguir um [i][b]v[/b][/i], depende das faculdades do dia ou da noite. Em períodos indeterminados. Um, dois segundos, três! Ocupamos o vosso tempo. Como ocupam a vossa vida. Destinados a reduzir a sua interferência. Aqui é presente, ali já é futuro. Insucessivos[b]*[/b]. Sem duração.

Qualquer combinação se ajusta no modo de alcançarmos vantagem. Estamos aqui em simultâneo. Agora. Com quem nos olha. Aqui. Aqui também. Queremos criar. Com nome ou sem ele nomeamos espaços de incensura e de gritos. E, talvez, sem o merecer, somos a vossa recompensa diária, a voz perante a indiferença entre o ser e o não-ser. Porque estamos! E é o que importa.

[b]*[/b][i]Esta palavra não existe mas o termo abranje a capacidade de descrever um descontinuado sucessivo. Ou a mal formação do insucesso como acto progressivo. Não se importem, embrulhem-se![/i]
 

Cairam!

10.02.03 (1:07 am)   [edit]
:arrow: O IC-19 caiu para cima do IC qualquer coisa, que já não me lembro. A A1 caiu para cima da A2. A Ponte Vasco da Gama embrulhou-se com a outra mais velha. O Martim Moniz meteu-se com o Terreiro do Paço. O Eixo Norte-Sul caiu para cima do Jardim Zoológico, o de São Bento. E nós estamos em queda livre para mais um dia de trabalho.
 



Acusem-me!
Pode ser de melancolia e, a seu tempo, de má condução ou do que quiserem.
Acusem-me e, de preferência, chateiem-me. Se estiverem para isso batam-me, acordem-me deste torpor.
Isto é uma Junta. Aberta de dia e de noite, a quem quiser entrar. Mesmo animais. Sim, podes entrar.
Aqui há de tudo. Desde o infímo trago ao brinde por arrematar.
A Junta é um templo, repleto de serenidade. A rua está mesmo aqui, ali ao lado. À porta.
Respeito o mistério dos visitantes. Elevados. De quem dependo.
E o indivíduo qualquer.
Vivo de cidades eternas.
Da escuridão luminosa que amoleço e entrego.
Sou eu. Não sou próprio.
Sou, apenas, vosso.
Para além dos sentidos...
aqui invertem-se destinos.


A Junta abre oficialmente, o mais tardar, no dia 36 de Outubril.
editais:
> Perdeu-se a Consciência Política, perdeu-se a Razão, perdeu-se o Bom Senso. Não estou preocupado em tê-los de volta. #0309.A
> Foi iniciada a campanha "aJunta-ta Nós!". Para os interessados retirar o modelo 2A e preencher com letra escura. #0309.B
na junta:
> MestreCPCP:«Minha querida, escavadora fosse eu! Por mim não me cansarei enquanto não penetrar...» [mais]
> MestreCPCP:«Vieram-se-me aos olhos duas gotas de lágrimas, sr. Prusidente. As felicitações de V.Ex.ª... » [mais]
> MestreCPCP:«Eis-me chegado minhas queridas, para quem os casos perdidos não serão mais do que andares...» [mais]
> AssussoraDC:«De novo para a Joana (e para toda a gente que não sabe muito bem que chão pisa)...» [mais]
> AssussoraDC:«Onde moram? Os milagres? E a felicidade? Em parte alguma? Aqui mesmo ao lado? Ou ao virar...» [mais]
> MestreCPCP:«Há anos que tentam alertar contra as trevas, contra os poderes infernais, e contra todos...» [mais]
> AssussoraDC:«Esta freguesia é uma surpresa, meus caros! Estava eu na esquina do supermercado...» [mais]
> AssussoraDC:«Ela chegou a correr e quase não conseguia respirar. Peguei-lhe nas mãos, devagarinho. Tremia...» [mais]
QUANTOS ESTÃO NA JUNTA: on-line
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