Eu é que sou o Prusidente da Junta!


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O Prusidente da Junta vai fazer uma prusidência aberta nos próximos tempos. É favor estar atento!

Estão abertas candidaturas para lugares de assessoria à Prusidência da Junta. Se tens caparro para levar uns coices contacta o Prusidente.

O programa da Prusidência segue dentro de momentos. Num sítio qualquer, perto de si.


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À velocidade da Lua!
08.31.03 (10:09 am)   [edit]
:arrow: Chegou o fim de semana e logo se pôs a mexer, sem aquecer o lugar!

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:!: Durão Barroso regressou. Esteve vinte e oito minutos, e alguns segundos, a falar na caminha, com não sei quantos manfios pasmados a olhar e a acenarem bandeirinhas. Lopes, Rio e Leite também lá estavam, para compor o [i][b]gang[/b][/i]. Yoko Ono não apareceu. Secalhar estava atrás da lona, à espera. Esta não tem lá muita piada. Vá lá, perdoem-me. Diz o Primeiro Ministro, do alto dos seus lençóis, que o presente será de contenção, sacrificando o investimento público em benefício da canalização social. Mas a reforma das reformas é a [i]desburrocaracterização [/i] da administração pública!! E podia ter ficado caladinho o resto do tempo, que vint'oito minutos dá para fazer muita coisa. Mesmo numa [i]rentrée[/i] em cima da cama.

Ferro Rodrigues, claro, e os outros todos também, surgiu logo a comentar. Apareceu desfocado. Não era defeito do homem da câmara, mas sim do próprio FR, confirmei eu em fonte digna de fé. Alguma coisa que lhe fez mal ao pequeno almoço. Para a noite lá se recompôs e apareceu a regurgitar alento no palanque do seu comício, na Ilha da Madeira. Também não vislumbrámos Yoko Ono.

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:arrow: Do que tive pena neste fim de semana foi de não ter estado na Bakr Al-Hakim Love Parade em [b]Bang[/b]dad. Há muito que não via expressões corporais tão genuínas. Já não falo dos sentimentos. Talvez, se não tiver nada para fazer ou agendado, à ultima da hora, consiga apanhar a caravana mais em baixo, em Kerbala!
 
Arredondezas!
08.29.03 (2:41 am)   [edit]
:arrow: Tenho meia horita para me pôr a andar.
A Engenheira Manuela Ferreira Leite é a Primeira Minsitra em exercício. Achei que lhe devia pedir uma audiência já que é preciso aproveitar a onda de actividade física. E patrão fora... é isso mesmo, pode ser que me caia algum. Telefonei-lhe. Para alguma coisa me serve a agenda que trago comigo e que tanta pasmaceira me deu a acumular. Atendeu-me a secretária que logo me orientou a chamada. Doutora Leite, larguei eu, precisamos de conversar, não a convido para vir aqui porque ainda tenho os canalizadores a centrifugar o estuque, mas com um bocado de sorte consigo estar aí sentado daqui a duas horas. E desliguei!
A prática diz-me que não preciso de apresentação, já o provei várias vezes, esta voz de pedra lascada é reconhecida mesmo do outro lado do mundo. O meu propósito de visitar a Dama Ferreira é simples: preciso de dinheiro! Sei que a crise vai longa, cá para mim, engano aqui e ali, sobra sempre algum. E vai daí aproveito para a convidar para a festa de inauguração aqui do partrimónio.
Já vos digo como correu a coisa...

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:idea: Não vão acreditar. Eu também não acreditei quando vi o cheque na minha mão. Dizem mal da senhora, não é? Sim, é bom dizer mal, é mais fácil. Dizer bem é que custa. Eu só digo que por vezes mais vale não estar calado. Não estive e fui bem recebido.
O íntimo de um televisor torna o físico tão virtual como as ondas hertezianas. A Ministra das Finanças está velha. Mais velha do que no relance dos telejornais. Não a via frente a frente há muito tempo. Senhora professora, está com mau aspecto! Não se deve começar assim uma conversa, muito menos com alguém deste calibre e antes do [i]boa tarde[/i]. Acho que estava distraído. Mas não caiu, o Carmo. Secalhar é a fama. Já não me ligam.
Caíram sim trindades de queixumes, disto e daquilo. Estive ali duas horas a soletrar divergências. Por fim. Oiça, preciso muito de fundos para me estruturar. Foi para isso que cá vim. Mais uma hora de novelas ministriais, julgamentos por fazer, o fisco que não morde. Saí de lá à hora de jantar mas no final, supra de todos os sumos, com um cheque nas mãos, não de cem, não de quinhentos, mas sim de... um milhão em moeda europeia. Senhores! Lá expliquei o que pretendia, lá falei dos intentos, do meu capital, quase todo, mal parado. E da desinteligência que ruge por esse país fora que não nos deixa avançar.
Está bem não foi bem assim. Com o entusiasmo alarguei-me um bocado. O que interessa é que, mesmo com IVA, o dinheirito já cá canta! Fosse eu aficcionado do partido... não sei o que teria acontecido.
 
Rute!
08.28.03 (3:05 am)   [edit]
:arrow: Chego sempre de manhã ao meu gabinete.
A primeira coisa que faço, depois de abrir as portas do varandim que dá para a praça, é abeirar-me do gradeamento e ficar ali a sentir a pulsão da populaça em movimento. De vez em quando dou por mim a urinar para cima dos transeuntes, não é nenhuma ofensa mas apenas uma necessidade, ainda não aprendi certas regras do [i]viver em sociedade[/i], nisto sou um bocado animalesco e sinto-me na vertigem de marcar o meu território, assim à laia de cão. Mas para dizer a verdade ainda não montaram a casa de banho, está tudo ali de pantanas com os azulejos amontoados por todo o lado, já se sabe um gajo fica refém da porcaria dos empreiteiros, e não me apetece ir até ao café da esquina quando estou ali tão bem na varandinha do meu escritório a apanhar fresco. Diga-se, também, que um presidente não vai mijar a uma tasca qualquer.
Mas adiante.
Nestes espamos de civilização ocorrem-me grandes projectos, daqueles que viram tudo do avesso. Ainda hoje ao alvorecer, apertando a carcela, senti-me iluminado com a ideia de que o acaso faz de nós seres mais inteligentes. Se pudesse na minha primeira formalidade política redigia, ou mandava redigir, que é sempre mais fácil, as leis do acaso como Constituição Geral da Junta, do país, portanto. Ainda agora, já com o café bebido, reflicto como seria bom subordinar-me às regras do acaso. Para todo o sempre.

E como diz um computador amigo deste: "[i]Nesse ânus nocturno escrevo o que grito, ou então que durmo, ou que às vezes enlouqueço.[/i]"
 
Rum & Nanso !
08.27.03 (3:11 am)   [edit]
:arrow: Passei por esses campos silvestres e vi magotes de gente a ruminar, encostadinhos à beira da estrada, a olhar para o infinito a dois palmos da cara. Não me pareceu terem eles força armada para irem mais além. Do lado de cá, em cima do pavimento, viaturas seguiam a grande velocidade, lá dentro, focinhos colados aos vidros a pensar que secalhar deviam chocar contra uma árvore. Não tivessem, elas, ardido todas.
 
Limpar o terreno!
08.27.03 (1:50 am)   [edit]
[image]Prusidente_1818306 56.jpg[/image]


:arrow: Há para aí [url=www.prusidente.blogspot.com]alguém[/url] que me anda a plagiar. Diz este senhor que [i]ele é que é o Presidente da Junta[/i]. Ora bem, só se for da junta que tem afivelada à cabecinha. Eu explico: a Junta não se adquire, não é um espaço votado pela democracia, não se formou devido às dádivas do povo ou de outra religião qualquer. A Junta existe como comporta do equlíbrio mundial ou, para ser mais concreto, universal. Já não digo nacional para não ferir melindres mais violentos, generaliza-se a coisa e eles ficam quietinhos. Por outras palavras o Universo é a redundância da Junta.

E posto isto está aberta a sessão. Digam a esse [url=www.prusidente.blogspot.com]mancebo[/url] que vá para casa aprender a tabuada.

 



Acusem-me!
Pode ser de melancolia e, a seu tempo, de má condução ou do que quiserem.
Acusem-me e, de preferência, chateiem-me. Se estiverem para isso batam-me, acordem-me deste torpor.
Isto é uma Junta. Aberta de dia e de noite, a quem quiser entrar. Mesmo animais. Sim, podes entrar.
Aqui há de tudo. Desde o infímo trago ao brinde por arrematar.
A Junta é um templo, repleto de serenidade. A rua está mesmo aqui, ali ao lado. À porta.
Respeito o mistério dos visitantes. Elevados. De quem dependo.
E o indivíduo qualquer.
Vivo de cidades eternas.
Da escuridão luminosa que amoleço e entrego.
Sou eu. Não sou próprio.
Sou, apenas, vosso.
Para além dos sentidos...
aqui invertem-se destinos.


A Junta abre oficialmente, o mais tardar, no dia 36 de Outubril.
editais:
> Perdeu-se a Consciência Política, perdeu-se a Razão, perdeu-se o Bom Senso. Não estou preocupado em tê-los de volta. #0309.A
> Foi iniciada a campanha "aJunta-ta Nós!". Para os interessados retirar o modelo 2A e preencher com letra escura. #0309.B
na junta:
> MestreCPCP:«Minha querida, escavadora fosse eu! Por mim não me cansarei enquanto não penetrar...» [mais]
> MestreCPCP:«Vieram-se-me aos olhos duas gotas de lágrimas, sr. Prusidente. As felicitações de V.Ex.ª... » [mais]
> MestreCPCP:«Eis-me chegado minhas queridas, para quem os casos perdidos não serão mais do que andares...» [mais]
> AssussoraDC:«De novo para a Joana (e para toda a gente que não sabe muito bem que chão pisa)...» [mais]
> AssussoraDC:«Onde moram? Os milagres? E a felicidade? Em parte alguma? Aqui mesmo ao lado? Ou ao virar...» [mais]
> MestreCPCP:«Há anos que tentam alertar contra as trevas, contra os poderes infernais, e contra todos...» [mais]
> AssussoraDC:«Esta freguesia é uma surpresa, meus caros! Estava eu na esquina do supermercado...» [mais]
> AssussoraDC:«Ela chegou a correr e quase não conseguia respirar. Peguei-lhe nas mãos, devagarinho. Tremia...» [mais]
QUANTOS ESTÃO NA JUNTA: on-line
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